Mulher Latino-Americana
Mulher, pobre sem voz, sem fama. Mulher viúva e mãe solteira. Doméstica trabalhadeira. Mulher negra, mulher operária. E as que lutam pela reforma Agrária. Estudante e mulher da vida, Que também sofre por ser prostituída Mulher, indígena, mulher da roça. Que possui pé encardido e mãe grossa. Vamos mulher, tentar uma saída. O preço vai ser bom se a mulher decidida . Mulher que carrega os filhos nos braços. Mulher que perde o marido Seu caminho é mais sofrido E mulher que possui um homem machista. Não se faça fora da lista. Mulher jovem, entre na lista agora, Um dia vai ser mãe e vai lembrar como foi Bom lutar outrora. Mulher os tempos mudaram . Agora é hora de consertar aquilo que eles estragaram. Deixamos os nossos lares. Lutaremos em todos os lugares. São os seus ventres que geram filhos novos, São as suas mãos que constroem delícias aos povos.
É tua cabeça que suporta tanta dor.E agora tua boca pede clamor.Mulher, vamos organizar nossa classe.É do teu ser que a vida nasce.Mulher, o futuro de tuas mãos vai depender.Para nossas filhas deixaremos um mundo a florescerVamos, conquiste agora o seu valor,Mulher que só encanta, mas que bate em ti todo o esplendor.Agora esqueça um pouco do ser lar.E lembre-se que seu mundo é você que vai conquistar.(Mulher Latino-Americana 1989- De Stela Dalva Santini-Medianeira).
quarta-feira, 15 de abril de 2009
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Ameaças
"Ameaça é o principal crime contra a mulher"
Um levantamento feito pela delegada da Delegacia da Mulher de Londrina, Elaine Ribeiro, revelou que o crime mais comum é a ameaça, seguida da agressão física.
FONTE: JORNAL DE LONDRINA. Leia reportagem do dia 02/02/2009
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Ameaça é o crime mais comum contra mulheres em Londrina Quase 800 inquéritos relacionados à violência contra a mulher foram instaurados no ano passado pela Delegacia da Mulher em Londrina. O crime mais comum é a ameaça – foram 311 inquéritos. Em segundo lugar vem a lesão corporal – 269 casos. Diariamente, em média, 40 mulheres procuraram atendimento na Delegacia da Mulher, mas nem todas registram boletins de ocorrência (BO). A média é de 25 BOs por dia.
‘Tomei a decisão de cuidar de mim’, diz vítima Ela tinha 25 anos quando se casou. No início, achava que aquele jeitão nervoso do marido era por causa da vida difícil que levavam no interior. Mas Ela sempre ajudou no sustento da casa e dos três filhos que vieram com o tempo.
As humilhações verbais começaram cedo e evoluíram perversamente. “Aquele tipo que ameaçava dar uma surra para que eu aprendesse”, relata. “Mas eu nunca contava para ninguém, queria resolver sozinha”, conta.
Até que o emocional refletiu no físico. Ela não conseguiu mais trabalhar por causa dos problemas de saúde. O último diagnóstico – problemas cardíacos – e a recomendação médica de repouso absoluto foram desdenhados pelo marido. “Mas eu tomei a decisão de cuidar de mim”, diz .
Desde que decidiu procurar ajuda, primeiro no CAM e depois com os voluntários de psicologia da Delegacia da Mulher, a vida de Ela mudou. Há seis meses, faz alongamento, ginástica e terapia.
Será que no ambiente familiar cristão também há esse tipo de violência??
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